Por uma Ordem Livre

Liberdade na Estrada 2013

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Lne

Começa amanhã, em Porto Alegre, a 5ª edição do Liberdade na Estrada, projeto do Instituto Ordem Livre em parceria com o Estudantes Pela Liberdade que leva às principais cidades brasileiras debates sobre os grandes desafios que se colocam frente ao futuro do Brasil.

Ao longo de pouco mais de um mês, realizaremos 22 eventos em 14 estados brasileiros tendo por mote a pergunta "O que você faria se fosse Presidente por um dia?".

Confira abaixo as datas e cidades abaixo. Participe!

07/10 - Porto Alegre (UFRGS)
08/10 - Porto Alegre (ESPM)
10/10 - Florianópolis (UFSC)
14/10 - Blumenau (FURB)
15/10 - Curitiba (Unipositivo)
16/10 - São Paulo (USP)
17/10 - Campinas (Mackenzie)
22/10 - Rio de Janeiro (a definir)
23/10 - Rio de Janeiro (a definir)
24/10 - Belo Horizonte (FUMEC)
25/10 - Belo Horizonte (Ibmec)
28/10 - Vitória (FUCAPE)
30/10 - Maceió (FITS)
31/10 - Maceió (UNINASSAU)
04/11 - Recife (UFPE)
05/11 - Caruaru (UFPE)
06/11 - Campina Grande (UEPB)
07/11 - Natal (UFRN)
12/11 - Fortaleza (Unifor)
12/11 - Fortaleza (UFC)
13/11 - Brasília (UnB)
14/11 - Goiânia (UFG)

Maiores informações em http://www.liberdadenaestrada.com.br/

Em breve divulgaremos maiores detalhes sobre os eventos. Confira abaixo o cartaz do evento inaugural, que ocorre dia 07/10 (segunda-feira), no auditório da FCE/UFRGS, em Porto Alegre:

LNE POA

Participe da Conferência Nacional dos Estudantes Pela Liberdade 2013

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Epl

Vem aí a Conferência Nacional dos Estudantes Pela Liberdade 2013. Nos dias 7 e 8 de setembro, Belo Horizonte recebe a segunda edição do maior encontro de jovens ativistas pró-liberdade do Brasil.

A programação contará com alguns dos principais nomes do movimento pela liberdade no Brasil. Onde mais você terá a oportunidade de assistir a palestras de nomes como Danilo Gentili, Paulo Martins, Diogo Costa, Helio Beltrão, Adriano Gianturco, Paulo Uebel, dentre outros palestrantes que, individualmente, já valeriam um evento?! Juntos na mesma ocasião, então, é o que podemos chamar de IMPERDÍVEL.

Além disso, o evento terá uma excelente estrutura para oportunizar uma grande interação entre palestrantes e participantes. Haverá também um espaço com estandes onde as principais instituições do movimento pela liberdade no Brasil estarão distribuindo materiais e falando um pouco mais sobre o seu trabalho. É claro que o Ordem Livre estará lá também!

Bastiat, Mises, Hayek & Friedman: quatro heróis da liberdade

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Para saber mais sobre a vida e a obra de Fréderic Bastiat, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek e Milton Friedman, leia os artigos escritos por Jim Powell que contam um pouco sobre as suas longas biografias:

 

Algumas das principais obras desses autores também estão disponíveis como ebooks para download gratuito em nosso site:

 

  • Fréderic Bastiat:

  • Ludwig von Mises:

 

 

Chile e o caminho do desenvolvimento

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Chile

Membro da OCDE, O Chile é um país interessante. Sua história tinha tudo para ser a de um típico país latino-americano, com uma sucessão de políticos populistas e instituições frágeis, incapazes de lidar com a persistente maldição das riquezas naturais.

A sua inclusão no "clube dos países ricos" e os avanços dos últimos 20 anos demonstram, no entanto, que existe saída. E o melhor de tudo, não é preciso fazer mágica e nem tentar reinventar a roda. A fórmula está aí: quanto menos interferência governamental nas vidas e nos negócios das pessoas, mais prosperidade. O caminho da liberdade econômica levou o Chile a um desenvolvimento institucional, social e econômico sem precedentes na região.

Os contra-exemplos também estão próximos: ArgentinaVenezuelaCuba, países que sequer fazem por merecer a denominação de "em desenvolvimento", dado o claro retrocesso de suas matrizes políticas e econômicas (apesar do crescimento do assistencialismo estatal, visto por alguns como avanço).

O Brasil, por sua vez, encontra-se em posição intermediária, mas flertando permanentemente com o "clube do atraso" e perdendo oportunidades valiosas de alcançar o desenvolvimento econômico. Este desempenho medíocre é reflexo direto da posição das nossas instituições nos dois principais índices medidores de liberdade econômica no mundo (100° e 105°) e no relatório Doing Business do Banco Mundial (que mede a facilidade em se fazer negócios mundo afora) em que o país ocupa a nada convidativa 121ª posição.

O Chile encontra-se em 7°/10° em liberdade econômica e 37° em facilidade se fazer negócios. Seria mera coincidência o fato de este país estar deixando seus vizinhos para trás em termos de desenvolvimento econômico e social?!

9 de julho, feriado nacional

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Sp

Não é só questão de inveja dos amigos paulistas (que este ano desfrutam de mais um feriadão), mas o 9 de julho é um dia mais merecedor de um feriado nacional do que muitos dos que temos por aí. Em SP relembra-se hoje a Revolução Constitucionalista que, apesar de motivada em boa parte pelo ranço de uma elite política recém despojada do poder, buscou por fim ao período de exceção e arbitrariedade política que se seguiu ao Golpe/Revolução (a linha é sempre tênue) de 1930.

Os paulistas foram derrotados militarmente (como era de se esperar, dada a acentuada assimetria de forças), mas conseguiram com que Getúlio Vargas aceitasse a formação de uma Assembleia Constituinte. O resultado foi a Constituição de 1934 (influenciada por outras constituições, como a mexicana e a alemã, ambas em via de falência). 

Com ela vieram limitações aos poderes presidenciais, que infelizmente duraram pouco. Promulgada em 15 de julho de 1934, a Constituição de 1934 vigiu somente até o dia 10 de novembro de 1937, quando Getúlio Vargas promoveu um auto-golpe e instaurou o Estado-Novo, período negro para o exercício das liberdades individuais no Brasil.

A derrota dos paulistas - que depois acabou significando uma vitória, com a constituinte, logo seguida de derrota com o golpe do Estado Novo - demonstra o quão frágeis são as conquistas no campo da política quando não amparadas por ideias e princípios que sejam minimamente aceitos pela sociedade. O Brasil rural, analfabeto e com dificuldades de comunicação e trânsito entre pontos de um território continental, era um prato cheio para que as elites políticas fizessem o que bem entendessem e até implantassem ditaduras sob alegações claramente fantasiosas.

Hoje, felizmente, não precisamos mais pegar em armas para mudar o país. Mas o embate de ideias está aí. E aqueles que acreditam na liberdade não podem dele se eximir. 

Que o dia de hoje e a memória dos mais de 2.000 paulistas e 200 gaúchos que pereceram no conflito sirvam para nos lembrar que a liberdade não vem de graça e demanda nossa eterna vigilância. E geralmente mais do que isso. Afinal, como afirmou o ex-presidente americano Ronald Reagan:

"A liberdade nunca se encontra mais do que uma geração longe da extinção. Nós não a passamos para os nossos filhos pelo nosso sangue. É preciso que lutemos por ela, que a protejamos e lhes entreguemos para que façam o mesmo por ela."

Protestar, sim! Mas pela(s) causa(s) certa(s), por favor...

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Protestos

Motivos para protestar não faltam no Brasil. Mas é em situações como a que vivemos hoje no país que devemos evitar de sermos ou deixarmos que nossos amigos sejam ou ajam como idiotas úteis, sendo cúmplices de movimentos com bandeiras que, na prática, só piorarão o atual cenário (como denota esse artigo assinado por "líderes" do movimento em SP).

Não podemos aceitar calados os abusos praticados pelos nossos governantes (e estes não são poucos e nem custam barato!). Mas achar que tais abusos, bem como a corrupção e a incompetência estatal, serão resolvidos aumentando-se a dose da sua própria causa (justamente o tamanho paquidérmico do Estado brasileiro) é uma estratégia ingênua. Ou simplesmente mal-intencionada.

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Aumentar os subsídios a empresas (públicas e privadas) responsáveis pelo transporte coletivo urbano só irá fomentar o aumento da burocracia e da ineficiência no setor. Defender uma bandeira como "passe-livre universal" é de uma tolice e uma irresponsabilidade que ultrapassam minha compreensão.

É necessária a liberalização do mercado de transporte coletivo em todo o Brasil urgentemente. A concorrência entre empresas pelos passageiros levará a uma necessária melhora no atendimento das necessidades de seus clientes. Quem não prestar um serviço adequado, perderá dinheiro. É o que acontece em todos os setores da economia em que há um mínimo de liberdade.

Fica o meu apelo, então: se você REALMENTE quer diminuir a corrupção e mudar "tudo isso que está aí", proteste pela redução do tamanho do Estado no Brasil. Esta é a ÚNICA maneira de se retirar poderes das mãos de políticos.

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Não seja esse cara!