Milton Friedman, o irradiador

Hoje é aniversário de nascimento do Milton Friedman (1912-2006). Foram quatro os economistas liberais mais influentes do século passado: Mises foi o mais profundo; Hayek, o mais abrangente. Rothbard foi quem mais concentrou o liberalismo; Friedman, quem mais o irradiou. O impacto das idéias de Friedman, sentido da Estônia ao Chile, e a continuação das críticas e dos ataques pessoais, indica que sua memória vai atravessar gerações.

Para comemorar a data, deixo:

Uma biografia.

O ensaio"As tendências nos assuntos humanos", escrito por Friedman e sua esposa Rose, sobre como as políticas acompanham as grandes mudanças nos climas de opinião.

Abaixo, uma recomendação (e outras citações adicionadas depois da postagem inicial):

"Se uma atividade governamental for privatizada ou eliminada, que seja por completo. Não faça concessões como a privatização ou a redução parciais. Isso simplesmente deixa um foco de oponentes determinados, que trabalharão com diligência, e às vezes com sucesso, para reverter a mudança". "Se colocarem o governo federal para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltará areia". "Nada é tão permanente quanto um programa governamental temporário". "Sou a favor da redução de impostos sob qualquer pretexto, por qualquer motivo, a qualquer momento possível". "Sou a favor da legalização das drogas. De acordo com o meu sistema de valores, se as pessoas quiserem se matar, elas têm o direito de fazê-lo. A maior parte do estrago das drogas acontece porque elas são ilegais".

E a seguir, um breve exemplo (legendado) da capacidade de Friedman em espalhar suas idéias para o grande público: