Textos

Entre mais ou menos 1905 e 1925, três dos intelectuais populares mais proeminentes na Inglaterra foram George Bernard Shaw, H. G. Wells e G. K. Chesterton. Tanto Shaw quanto Wells são ainda considerados figuras importantes, mas Chesterton é lembrado, fora dos círculos católicos conservadores, somente como autor de seus primeiros livros de suspense.

por David D. Friedman Você vive em um Estado no qual a punição criminal mais severa é a prisão perpétua. Alguém faz uma proposta: já que o assalto à mão armada é um crime muito grave, os assaltantes deveriam passar o resto de suas vidas na prisão. Um advogado constitucional pergunta se essa punição é coerente com a proibição de punições cruéis e incomuns. Um filósofo do Direito pergunta se ela é justa.

por David Friedman Quando a academia sueca concedeu o Prêmio Nobel de Economia de 1991 a Ronald Coase, ela surpreendeu a dois grupos de pessoas. O grupo maior era constituído por aquelas que nunca tinham ouvido falar de Coase, ou ouvido falar dele apenas como o autor de algo chamado “o Teorema de Coase”, geralmente apresentado como uma curiosidade teórica sem qualquer importância prática. O segundo e menor grupo era composto por pessoas que estavam familiarizadas com a importância do trabalho de Coase – mas que supunham que a academia sueca não estava.

Socialismo, governo limitado, anarquia e biquínis
21 de Janeiro de 2008 - por David D. Friedmanpor David D. Friedman A maior parte dos tipos de socialismo parte da premissa implícita de que há uma concordância unânime em relação aos objetivos. Todos trabalham pela glória da nação, pelo bem comum, o que for, e todos concordam, pelo menos num sentido geral, com o significado daquele objetivo. O problema econômico, tradicionalmente definido como o problema de alocação dos recursos limitados em objetivos diversos, não existe; a economia é reduzida à questão da “engenharia” necessária para melhor usar os recursos disponíveis e alcançar o objetivo comum.